Menino de 4 anos é assassinado na própria festa de aniversário, no Rio

Autor do disparo estava na comemoração. Polícia investiga 3 versões. Uma delas é se a arma do suspeito, de 21 anos, teria disparado acidentalmente. Ele foi preso em flagrante.

Menino de 4 anos é assassinado na própria festa de aniversário, em ...

Um menino morreu após ser baleado durante sua festa de aniversário no último fim de semana, em Piabetá, na Baixada Fluminense.

Enzo, de 4 anos, foi atingido com um tiro no peito durante a comemoração. O autor do disparo, que participava do evento, foi preso em flagrante.

“O meu filho estava completando 4 anos de idade, feliz da vida com a festinha do Hulk dele. Ele já estava há um mês perguntando: minha festa é amanhã? Minha festa é amanhã?”, disse o pai em um áudio gravado.

O pequeno Enzo chegou a ouvir os convidados cantarem parabéns, mas, logo depois, o menino foi morto com um tiro de revólver na frente de todos, inclusive das crianças.

Segundo a polícia, o suspeito é Pedro Vinícius de Souza Pedidor, de 21 anos, que entrou na casa da família com outros convidados. A polícia investiga se a arma que estava com o suspeito teria disparado acidentalmente.

Três versões investigadas

Até o momento, o crime tem três versões de acordo com as investigações.

O autor do disparo contou na delegacia que o tiro foi acidental, que a arma caiu no chão e que a bala atingiu o menino.

A mãe de Enzo disse que ouviu uma discussão de Pedro Vinícius com as crianças e que logo depois ouviu o barulho do tiro.

Já o pai da criança contou uma história diferente. Ele disse que o suspeito abraçou o menino e depois disparou.

“Simplesmente, ele abraçou o meu filho e deu um tiro, no peito dele, assim, desse jeito, gente. Desse jeito. Depois do que aconteceu, a minha esposa botou o meu filho no carro com a irmã dele, levaram para o hospital e eu fiquei aqui. Eu fiquei aqui perguntando ao rapaz o que você fez? O que você fez com o meu filho, cara?”, contou.

Pedro Vinícius de Souza Pedidor, por enquanto, responde por porte ilegal de arma e homicídio culposo – sem intenção de matar.

G1

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